quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Carta para Anabela.


Anabela,

    
     Teu rosto vi em outra mullher. Perdoe-me. O tempo faz com que as lembranças do teu ser misturem-se em minha mente.      
    
   Por segundos, deixei-me levar pela amardilha do meu subconsciente, fechei os olhos forçando-me a relembrar de meus sonhos e a realidade pairou em minha cabeça. Anabela, não eras tu! Pus-me a chorar pela recordação que me reavivou a alegria por viver e toda essa esperança decaída foi usada para aquecer ainda mais a  minha tristeza.
    
    Mando-te esta carta a um endereço qualquer, não sei se chegará em tuas mãos. Eu me perdi e ainda não consegui me encontrar. Peço e rezo por qualquer coisa que possa restituir minha felicidade, todos os dias. Adeus.