sexta-feira, 14 de outubro de 2011

- Oh céus,
                 Como seus lábios ardiam ao encostar aos meus. Toda a minha inocência e vitalidade eram sugadas por aqueles doces e perigosos lábios. Aquela onda de dor e sofrimento que tomava conta do meu corpo haviam  sido trancafiadas, enfim estava livre, enquanto minh'alma flutuava... Eu era o puro impulso e a cada milésimo, enquanto minha boca estava completamente unida aqueles venenosos lábios, me sentia perdida diante a tantas emoções e deixei-me levar; levitar; imaginar.

Um comentário:

  1. Vou dizer o mesmo que o Antônio escreveu em outra postagem: não pare nunca de escrever.

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